Segundo relato da @dra.marinacarmo, um cliente antigo seu foi preso enquanto ela estava em atendimento e não pôde se deslocar imediatamente para a ocorrência. Diante disso, solicitou que seu colega, Gean Rodrigo, acompanhasse o flagrante. Ao chegar ao local, ele encontrou policiais visivelmente alterados, que apreenderam seu celular e seu notebook e se recusaram a devolvê-los, sem qualquer explicação clara.
A situação se agravou ainda mais com a chegada da própria advogada Marina. Em vez de resolverem o caso de forma técnica e dentro da legalidade, os policiais teriam mantido a mesma postura agressiva, chegando ao ponto de chamá-la de “bandida” e de afirmar, de maneira extremamente grave e irresponsável, que a maioria dos homicídios ocorridos em Ipiaú estaria ligada a ela.
Se confirmado, o episódio representa não apenas um desrespeito à advocacia, mas um ataque direto ao Estado Democrático de Direito. Advogados no exercício da profissão devem ser respeitados, assim como qualquer cidadão, e não podem ser alvo de intimidação, ofensas ou acusações sem provas.
Fica a pergunta: estamos diante de uma atuação policial firme ou de um claro abuso de poder? Onde estão os limites entre a autoridade e a arbitrariedade?



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