Uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo determinando a suspensão das regras para cabelo e vestimenta nas escolas cívico-militares do estado é o mais recente capítulo de uma série de obstáculos jurídicos enfrentados por programas do gênero pelo país. Vitrine política de governadores à direita em ano eleitoral, a iniciativa esbarra em problemas semelhantes em Minas Gerais e no Paraná, com contestações que passam por questões relativas a corte e uniforme, como no caso paulista, mas também pela efetividade e custo do projeto.



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