quarta-feira, 18 de março de 2026

Caminhoneiros defendem paralisação nacional após alta do diesel

 


Caminhoneiros de diferentes setores passaram a defender uma paralisação nacional da categoria diante do aumento no preço do diesel registrado nas últimas semanas em todo o país. Entidades representativas já articulam a mobilização e orientam que os motoristas cruzem os braços ainda nesta semana.

Entre os grupos que apoiam o movimento estão a Abrava, liderada por Wallace Landim, conhecido como Chorão, e o Sindicam. As entidades orientam que os caminhoneiros permaneçam parados em casa ou estacionados em postos de combustíveis, evitando, neste momento, o bloqueio de rodovias.

De acordo com lideranças do movimento, a situação enfrentada pela categoria é considerada crítica. “É uma luta pela sobrevivência”, afirmam representantes, destacando o impacto direto do aumento do combustível nos custos do transporte.

O cenário acendeu um alerta no governo federal, que monitora o risco de paralisação. Medidas como isenções e subsídios foram anunciadas na tentativa de amenizar os efeitos da alta, mas ainda não surtiram o efeito esperado entre os profissionais.

Mesmo diante das tentativas de contenção, a Petrobras realizou um reajuste de 11,6% no preço do diesel nas refinarias, o que intensificou a insatisfação da categoria. A possibilidade de uma greve nacional também provocou reação negativa no mercado financeiro, que acompanha com preocupação os desdobramentos do movimento e seus possíveis impactos na economia.

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