O capitão foi identificado como Osniésio Pereira Salomão, lotado na 18ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Periperi). Ele teria reagido à tentativa de assalto e foi atingido por disparos de arma de fogo. Toda a ação foi registrada por um motorista de aplicativo que passava pelo local.
Conhecido pelo vulgo de “Índio”, Vitor possuía passagens pela polícia e já esteve custodiado no Conjunto Penal de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
Ele havia sido colocado em liberdade para cumprir pena em regime aberto e se autodeclarava integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV).


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