A disputa pelo governo da Bahia ganhou mais uma avaliação eleitoral, nesta quarta-feira (13). O levantamento realizado pela Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, aponta vantagem para o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) frente ao atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Em cenário espontâneo, ACM Neto aparece com 26,3% das intenções de voto. Já Jerônimo Rodrigues surge com 19,8%, seguido de Ronaldo Mansur (PSOL) com 0,1%. Outros nomes citados constam com 1,1% das menções e não sabem ou não opinaram somam 47% dos entrevistados.
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Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário espontâneo
Com cenário estimulado, quando os candidatos são apresentados, ACM Neto lidera com 47,8% e Jerônimo Rodrigues surge com 38,7% das intenções. Ronaldo Mansur aparece com 1,7%, seguido de nenhum, branco ou nulo. Não sabem ou não responderam aparecem com 4,9% das menções no levantamento.

Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário estimulado
A rejeição dos postulantes ao governo da Bahia também foi avaliada. Em cenário estimulado, o atual governador Jerônimo Rodrigues desponta com maior rejeição com 37,1%, seguido de ACM Neto com 27,4% e Ronaldo Mansur com 25,2%. A opção “poderia votar em todos” consta com 12,4% e não sabem ou não opinaram surge com 7,6%.
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Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário de rejeição
O levantamento está de acordo com a Resolução-TSE n.º 23.600/2019, essa pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n. BA-03619/2026. Com coleta de dados realizada através de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, entre os dias 10 e 12 de maio de 2026.
Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1510 eleitores em 65 municípios. Tal amostra representativa do Estado da Bahia atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.



Pesquisa de instituto de pesquisa da direita só funciona pra direita.
ResponderExcluirSe Ibope fosse confiável muitos estariam eleitos.
Se institutos de pesquisa fossem imparcial era confiável, hoje se a direita entrevista 3000 pessoas e 2000 mil dizer que vota em político de esquerda alguém acha que eles irão informar? O mesmo faz a esquerda.